Rafael Iglesias dos Santos é estudante de jornalismo das Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM) e sempre quis ser um literato.
É cantor, ou ministro, de música católica (desde 2004) e foi catequista, além de ter sido coordenador do Ministério Jovem e um dos responsáveis pela Pastoral da Juventude da Paróquia Santo Antônio dos Bancários, para a qual escreve, mensalmente, para o Boletim Informativo Santo Antônio (BISA), na coluna Juventude é o Foco, entre outras.
Rafael é estagiário na assessoria de imprensa e comunicação da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo.
Atuou nos espetáculos “Muitas Luas” (primeiro trabalho como ator, em 2004), de Tatiana Belinky, e “O Santo e a Porca” (último, em 2010), de Ariano Suassuna, entre outras peças, realizadas todas sob a direção da profa. de Arte Valéria Abrahão, fundadora da Cia. de Teatro Jovens Estrelas, que foi acolhida pela Escola Estadual Professor Paul Hugon, onde Rafael prestou serviços voluntários a alunos de 5ª a 8ª série, com aulas de história e língua portuguesa.
No período de fevereiro de 2005 a dezembro de 2007, foi responsável pelo Projeto EduComunicação (EduCom), sendo locutor de Rádio Escolar Comunitária (da Escola Municipal Comandante Gastão Moutinho, da qual hoje Rafael é persona non grata, por consequência do texto “Escola cobra R$ 1 para exibir filmes”), da qual foi eleito presidente. O projeto tinha por objetivo a intregação escola-comunidade.
Tem cursos de Rádio Amador, pelo Serviço à Pastoral da Comunicação (SEPAC), do grupo Paulinas, e de Jornalismo Olímpico, pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
Em setembro de 2012, participou do VI Ciclo de Comunicação Social, realizado pelo Comando Militar do Sudeste, cujo objetivo é aproximar os jornalistas das Forças Armadas, em especial o Exército, para que a sociedade receba informações de quem realmente conhece a realidade dos quartéis.
Admirador de Shakespeare, Rafael dedica o tempo livre à leitura, escrita, conhecimentos musicais e culturais e na maior parte à curiosidade, que domina todo o seu sentimento do “ser jornalista”.
Sarcástico por natureza; irônico por falta de opção. Contém glúten.
“O verdadeiro jornalista vive dos confrontos que encontra. Seu coração só bate forte e pleno quando ele põe para fora todo o seu inconformismo em relação ao que presume estar errado. Infinitas batalhas na eterna guerra pelos ideais. Parafraseando o poeta, lutar é preciso, viver não é preciso.” (Edgard de Oliveira Barros)
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