Nevasca

De trinta para vinte oito,
a temperatura, se cai,
o cachecol se enrola.

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Nomes brasileiros

O Brasil tem 200 milhões de habitantes e mais de 130 mil nomes diferentes. De acordo com um levantamento inédito do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em 27 de abril de 2016, há cerca de 71,8 mil alcunhas femininas e 63,5 mil alcunhas masculina.

A pesquisa “Nomes no Brasil” tem por base de dados o Censo Demográfico 2010 e considerou apenas o primeiro nome dos entrevistados. No site do Instituto, é possível conferir uma série histórica do número de registros desde 1930.

Os cinco nomes mais frequentes entre toda a população brasileira, são: Maria (11.734.129 registros), José (5.754.529), Ana (3.089.858), João (2.984.119) e Antônio (2.576.348). O estudo desconsiderou acentos mas considerou variações de cada alcunha. Dessa forma, há 935.905 de Luís com “s” e 1.107.792 de Luiz com “z”.

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Bela, recatada e do lar

Marcela Temer que me desculpe, mas sinto pena por ela ser o bode expiatório que a Veja usou para ressaltar suas visões políticas estúpidas e machistas.

A imagem da segunda dama do Brasil, como já sabem, foi definida pela revista como “bela, recatada e do lar”.

Completamente lastimável.

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Terremoto

Um governo passa rápido,
mas uma democracia inteira estremece
diante do eco de um golpe.

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Os votos do impeachment

O Brasil vive o desenrolar de um golpe à democracia. No domingo, dia 17 de abril de 2016, deputados federais eleitos pelo povo usaram o poder para autorizar o início do julgamento da presidenta Dilma Rousseff, que não é investigada por nenhum crime de responsabilidade.

Ao todo, 367 parlamentares votaram a favor do impedimento de Dilma, número que representa 71,54% dos 513 membros da Câmara dos Deputados. Foram 25 votos a mais – pela família, por Deus, pelo aniversário da neta e pela corrupção – do que os 342 necessários para que fosse autorizado o envio do processo pelo Senado.

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