#Portfolio: Alto Tietê acumula queda de roubos de carga e de homicídios em cinco meses

O Alto Tietê apresentou queda nos roubos de carga nos cinco primeiros meses de 2015 e os homicídios dolosos tiveram uma redução significativa em maio. Outros importantes indicadores, como o de roubos e furtos de veículos, também tiveram redução no ano e no mês.

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#Portfolio: Interior reduz todos os índices criminais em maio

O interior do Estado de São Paulo apresentou queda em todos os índices de crimes violentos e contra o patrimônio em maio. Os roubos em geral recuaram 5,36% e os crimes envolvendo cargas baixaram 8,61% em maio. Já os homicídios dolosos caíram 21,97%, levando a taxa de mortes para 8,83 casos a cada grupo de 100 mil habitantes.

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#Portfolio: Capital reduz roubos em maio e mantém taxa de mortes mais baixa da história

A cidade de São Paulo apresentou redução em praticamente todos os indicadores de criminalidade no mês de maio. Os roubos em geral caíram 17,12% e os roubos de veículos recuaram 31,6%, enquanto os crimes envolvendo cargas alcançaram a primeira queda no ano, numa inversão da linha de tendência. Os homicídios também caíram, mantendo a taxa de mortes mais baixa de toda a série histórica.

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Retórica dos namorados

Mas é tempo de tornar àquela tarde de novembro, uma tarde clara e fresca, sossegada como a nossa casa e o trecho da rua em que morávamos. Verdadeiramente foi o princípio da minha vida; tudo o que sucedera antes foi como o pintar e vestir das pessoas que tinham de entrar em cena, o acender das luzes, o preparo das rabecas, a sinfonia…

Eu não podia tirar os olhos daquela criatura de quase quatorze anos (completaria em dezembro), pequena, delicada e magra, que vestia um uniforme azul marinho com um timão vermelho e marrom. Os cabelos sempre estavam soltos e não eram tão compridos assim. Morena, olhos da cor do sol poente, tinha a boca divinamente desenhada e um sorriso encantador.

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Precariodismo

O sétimo dia de junho lembra a liberdade de imprensa, mas, o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade, se há quem diga que o jornalismo vem morrendo a cada dia? Talvez, tudo esteja consumado e nada mais possa ser feito para curar o câncer que se instala na comunicação: a falta de vergonha na cara.

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