São Paulo terá 79 mil policiais escalados para as eleições


eleiçõesUm efetivo de 52 mil policiais militares e de 27 mil policiais civis vai realizar a segurança do Estado de São Paulo durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (5). O esquema de policiamento também será válido para um eventual segundo turno, no próximo dia 26.

A Polícia Militar será responsável pela segurança de cartórios eleitorais, de postos de justificação e de apuração. Em cada local de votação, haverá policiais prontos para atender à população. A “Operação Eleições 2014” da PM começa neste sábado (4), com a escolta de urnas eletrônicas até os colégios eleitorais.

Para o trabalho, serão utilizadas 7.400 viaturas e 18 aeronaves. Somente na Capital, mais de 12 mil policiais militares ficarão responsáveis pela segurança de 58 cartórios e de aproximadamente 2 mil escolas onde haverá votação.

Um delegado de cada unidade da Polícia Civil será designado para dar assistência à Justiça Eleitoral no domingo. Eles ficarão nos distritos policiais em que atuam e deverão se apresentar aos colégios em caso de solicitação do juiz eleitoral da área.

De acordo com a Delegacia-Geral de Polícia (DGP), todos os policiais civis estarão disponíveis para trabalhar no dia das eleições – com escalas de trabalho – e os distritos funcionarão como em dias úteis, recebendo todas as ocorrências. Os plantões policiais ficarão responsáveis pelo registro de crimes eleitorais.

Durante o período de votação, todas as informações sobre infrações eleitorais deverão ser tratadas entre o delegado e o juiz de cada zona eleitoral.

Com exceção dos casos de flagrante, só poderá ser instaurado inquérito policial a pedido do Ministério Público (MP) ou da Justiça Eleitoral.

Como a legislação impede a prisão sem flagrante de eleitores a cinco dias até 48 horas depois do pleito, todo mandado de prisão cumprido nesse período deverá ser comunicado ao juiz da zona em que a pessoa vota, para a avaliação e aplicação do Código Eleitoral.

Lei Seca

Durante o período de votações, os comandos de policiamento de Trânsito (CPTran) e Rodoviário (CPRv) vão realizar fiscalizações da Lei Seca em todo o Estado, por meio da “Operação Direção Segura”.

A operação tem o objetivo de reduzir o número de acidentes e mortes no trânsito, conscientizando a sociedade sobre o perigo da combinação entre álcool, outras drogas e direção.

De acordo com a lei, a presença de entre 0,05 e 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido – equivalente a um copo de cerveja – configura infração.

Se for flagrado com quantidade nessa situação o motorista é multado em R$ 1.915,40, tem suspensão do direito de dirigir por 12 meses e recebe sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), referente uma infração gravíssima.

A partir de 0,34 miligrama de álcool por ar expelido, além da multa e da suspensão da CNH por um ano, o condutor responderá por processo por crime de trânsito, que pode levar à pena de seis meses a três anos de prisão.

Além do bafômetro, exames de sangue, depoimentos de testemunhas, fotos e vídeos para comprovar a embriaguez do motorista. Em todos os casos, se o condutor voltar a cometer a infração no período de 12 meses, a multa será dobrada.

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