Jornalista (ir)responsável

048Rafael Iglesias dos Santos é jornalista formado pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (Fiam) em 2014 e pós-graduando em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade Metodista  de São Paulo (Umesp).

Concluiu o curso de graduação com a produção do livro-reportagem “Memórias de uma batalha – histórias de quem enfrentou o câncer”, aprovado com louvor pelos professores doutor Alex Criado (orientador), doutora Monica Martinez (Fiam e Universidade de Sorocaba) e mestre Renata Carraro (Faculdades Integradas Rio Branco).

Desde 2015, é jornalista da empresa CDN Comunicação e trabalha no Núcleo de Conteúdo e Políticas da Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, onde também foi repórter,  enquanto estagiário, entre 2013 e 2014 (veja textos publicados).

Rafael foi coordenador da Pastoral da Comunicação da Paróquia Santo Antônio dos Bancários, que fica na região do Mandaqui, zona norte da cidade São Paulo. Entre as atividades desenvolvidas na chamada PasCom estava um boletim informativo mensal, do qual também foi editor, redator e colunista. Faz parte do grupo que implantou a pastoral na igreja em novembro de 2010.

Entre abril de 2010 e junho 2011, trabalhou voluntariamente como monitor de Língua Portuguesa, Redação, História do Brasil e da Comunicação para alunos de 5ª a 8ª série, preparando e executando aulas e atividades, na Escola Estadual Professor Paul Hugon, também no Mandaqui.

No período de fevereiro de 2005 a dezembro de 2007, foi responsável pelo Projeto EduComunicação (EduCom), sendo locutor de Rádio Escolar Comunitária da Escola Municipal Comandante Gastão Moutinho, da qual foi eleito presidente. O projeto tinha por objetivo a intregação escola-comunidade.

Tem cursos de Rádio Amador, pelo Serviço à Pastoral da Comunicação (SEPAC), do grupo Paulinas, e de Jornalismo Olímpico, pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Em 2015, participou de curso de técnicas do Jornalismo de Dados promovido pelo Knight Center for Journalism in the Americas da Universade do Texas.

Em setembro de 2012, participou do VI Ciclo de Comunicação Social, realizado pelo Comando Militar do Sudeste, cujo objetivo é aproximar os jornalistas das Forças Armadas, em especial o Exército, para que a sociedade receba informações de quem realmente conhece a realidade dos quartéis. O que não fez com que ele aceitasse os métodos militares nem defendesse a ditadura – muito pelo contrário.

Saiba mais

Rafael foi cantor — ou ministro — de música católica (de 2004 a 2015) e foi catequista de Crisma e Primeira Eucaristia, além de coordenador do Ministério Jovem e um dos responsáveis pela Pastoral da Juventude da Paróquia Santo Antônio. O que também não significa que ele concorde com os posicionamentos da Igreja Católica com relação a diversos assuntos, como aborto e homossexualidade.

Atuou nos espetáculos “Muitas Luas” (primeiro trabalho como ator, em 2004), de Tatiana Belinky, e “O Santo e a Porca” (último, em 2010), de Ariano Suassuna, entre outras peças, realizadas todas sob a direção da professora de Arte Valéria Abrahão, fundadora da Companhia de Teatro Jovens Estrelas, que foi acolhida pela Escola Paul Hugon.

Admirador de Shakespeare, Rafael dedica o tempo livre à leitura, escrita, conhecimentos musicais e culturais e na maior parte à curiosidade, que domina todo o seu sentimento do “ser jornalista”. É corintiano chato e apaixonado pela Bruna Alves desde há muitos anos.

Sarcástico por natureza; irônico por falta de opção. Contém glúten.

memoriasdeumabatalhaMemórias de uma batalha

Quatro pessoas, quatro histórias transformadas em perfis jornalísticos para relatar as angústias, os medos e os sofrimentos das batalhas com o câncer.

“Memórias de uma batalha – histórias de quem enfrentou o câncer”, de Rafael Iglesias (2014), expõe os pensamentos e os sentimentos de quem foi diagnosticado com tumores – uma situação que acontece com meio milhão de pessoas ao ano.

A partir do diagnóstico, esses doentes passam a ter uma vida nova, viajando um total de 195 horas entre cidades apenas para realizar a quimioterapia ou morando por 232 dias em um quarto de hospital. Tudo em meio à solidão de uma dor que não pode ser compartilhada.

Somente conhecendo as histórias e revivendo-as com seus protagonistas será possível recuperar os sonhos perdidos a partir da declaração de guerra contra a doença.

“O verdadeiro jornalista vive dos confrontos que encontra. Seu coração só bate forte e pleno quando ele põe para fora todo o seu inconformismo em relação ao que presume estar errado. Infinitas batalhas na eterna guerra pelos ideais. Parafraseando o poeta, lutar é preciso, viver não é preciso.” (Edgard de Oliveira Barros)

LinkedIn: http://www.linkedin.com/pub/rafael-iglesias/31/330/83

Facebook: http://www.facebook.com/TheRafaelIglesias

Twitter: https://twitter.com/Rafael_Iglesias

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